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Técnicos da Sema, Delegacia de Meio Ambiente e Instituto de Perícias Científicas “Renato Chaves” foram há pouco verificar a veracidade da denúncia, feita por moradores do município, de que o rio Mucurupi, em Barcarena, teria sido poluído por rejeitos da Alunorte, que fabrica alumina. A água do rio teria mudado de cor e haveria grande quantidade de peixes mortos. Pela manhã, em contato com a Sema, a Alunorte garantiu ter enviado funcionários à área próxima ao rio, que não observaram “nenhuma alteração ambiental”. Já a Secretaria de Meio Ambiente de Barcarena informou à secretaria estadual que há “alterações na cor da água do rio Mucurupi, provocadas, provavelmente, por lama residual de bauxita.”
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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