O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade anunciou que vai reabrir no próximo dia 31 a Floresta Estadual de Trombetas, na Base do Jaramacaru, para a coleta da safra da castanha-do-Pará. Alega que discutiu a medida com a Secretaria…

Apesar de ser distrito insular de Belém, Caratateua - nome de origem Tupi Guarani que significa “Terra das Grandes Batatas” ou “Lugar das Muitas Batatas” (ali havia plantações de batata-doce em grande quantidade), com cerca de 80 mil habitantes distribuídos…

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A fiação elétrica emaranhada aos galhos de árvores na frente da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, entre as ruas Padre Prudêncio e Aristides Lobo, no bairro da Campina, em Belém do Pará, é o retrato da…

Perspectiva crítica

“A realidade (a mão visível do mercado) contribui para moldar o atual perfil dos nossos veículos jornalísticos que, nos últimos anos, têm se empenhado mais em buscar a sua sustentabilidade do que em garantir a sua independência editorial. Por isso, abundam os “publieditoriais” e “os projetos de mercado” (denominações que visam mascarar formas modernas de “jabaculê”) e relações nem sempre éticas entre redações e anunciantes. Neste cenário, o sensacionalismo da mídia (louquinha para encontrar uma tragédia pessoal que a livre de investigar o que é realmente relevante) e seus espasmos de denuncismo (que perpetram episódios como o da Escola Base) apenas confirmam a tese de que o jornalismo brasileiro anda sem norte, sem escrúpulo e sem tesão. Anda cacarejando demais sem botar ovo algum. É necessário, urgentemente, alterar este panorama, porque a sociedade continua acreditando que a imprensa pode contribuir para ampliar o debate, desmascarando pessoas e organizações que agem por debaixo dos lençóis, combatendo privilégios e monopólios e, sobretudo, estabelecendo parcerias em prol da autêntica cidadania. O jornalismo deve ser visto, antes de tudo, como militância cívica (não confundir com partidária!). Não pode cristalizar-se como uma atividade que se segue ao recebimento de um diploma e de um número de registro no MTb e que se exerce em 5 ou 7 horas diárias de trabalho. Burocrática e desinteressadamente. A imprensa brasileira precisa definitivamente sair desta letargia, sacudir sua preguiça mental, recuperar sua capacidade de investigação, tirar a bunda da cadeira. Se ela se dispuser a esse esforço, chegará facilmente à conclusão (ufa, até que enfim!) de que existe vida além dos leads e dos releases”.(Wilson da Costa Bueno, jornalista, professor da UMESP e da USP, diretor da Comtexto Comunicação e Pesquisa).

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