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Na origem de toda a revolta popular que aconteceu em Tracuateua, além da ausência do MPE, do TJE e do Executivo, e da morosidade da Justiça Eleitoral, está a corrupção de policiais, escandalosamente subornados pelo tráfico de drogas. Em Augusto Corrêa a situação é praticamente a mesma. É só ver há quanto tempo não acontece um julgamento no fórum criminal e o grau de comprometimento pessoal dos que deveriam atuar em favor da comunidade e zelar pela aplicação da lei.

Estes são apenas dois exemplos. O Pará inteiro está infestado desse câncer, que a área de segurança, é evidente, não ignora. Se não forem tomadas providências urgentes e eficazes, a situação pode ficar fora de controle, ainda mais que estamos em ano eleitoral.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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