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456 pessoas, distribuídas em 92 famílias, moram na Floresta Nacional de Caxiuanã, área de 330 mil hectares no município de Melgaço, no arquipélago do Marajó. Lá, os problemas vão da alimentação e educação aos conflitos fundiários e ambientais. As comunidades de Pedreira, Laranjal e Caxiuanã, por exemplo, só tem acesso ao ensino fundamental e contam com apenas um pólo que atende de 5ª a 8ª série. As crianças do Igarapé Grande estão fora da escola, porque a localidade, no meio do rio Pracupi, é muito longe das duas escolas disponíveis – que ficam nos extremos do rio. De voadeira, são três horas de viagem. Os alunos que moram no meio do rio ficam sem estudar porque é muito perigoso e cansativo percorrer toda essa distância de canoa.
O blog pensa que não é certo excluir as crianças e adolescentes da escola só porque são poucos e moram distante dela.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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