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Há uma semana a pequena Elisa, de apenas dois aninhos de idade, desapareceu no interior de Anajás, no arquipélago do Marajó. Até agora não acharam a criança.

A comunidade não fala porque a área é dominada pelo tráfico e impera a lei do silêncio. Renan, o homem que o cão farejador identificou com o cheiro da bebê, disse que tinha vendido a menina por mil reais a um tal Fabiano, que a teria estuprado e matado. A polícia prendeu os dois.

Fabiano logo foi solto porque estava a 2h da comunidade quando a menina desapareceu, como se fosse impossível ela ter sido entregue a ele horas depois.

Renan fugiu durante a reconstituição do crime e não foi encontrado. Na sexta-feira ele se entregou já com advogado, e desde então ninguém dá informação. PMPA – Polícia Militar do Pará, Polícia Civil do Pará, Corpo de Bombeiros Militar do Pará – CBMPA e agentes da Segup, nem o promotor de justiça do caso, o que enseja especulações.

Assistam ao vídeo.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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