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O rito da substituição papal

No próximo dia 28, às 20h de Roma, a Sé estará vacante.  No mínimo 15 dias e no máximo 20 dias depois, os cardeais iniciam o rito da substituição do Papa. Seguem em cortejo da Capela Paulina até a Sistina, no Vaticano, onde as portas são fechadas, as chaves retiradas e o isolamento é assegurado pelo cardeal carmelengo, no interior, e pelo prefeito da Casa Pontifícia, no exterior. 


Eles se hospedam no edifício denominado “Domus Sanctae Marthae” (Residência Santa Marta) e, embora sejam levados até ali de ônibus, são proibidos de usar o telefone, assistir à TV ou trocar qualquer tipo de correspondência com o exterior nos dias prévios à escolha. Internet, nem pensar. O isolamento vem desde 1271 quando os cardeais, sem conseguir chegar a um acordo para escolher o sucessor de Clemente IV, foram presos pelos cristãos e mantidos a pão e água para que escolhessem o novo papa rapidamente. O eleito, Gregório X, adotou a regra, com conforto, é claro, já que não se trata de flagelo e a maioria  é de idosos. 


No conclave, os cardeais não têm o direito de votar em si mesmos e prestam, um por um, juramento de respeito ao voto secreto, de aceitar o resultado e de, se eleito, não renunciar jamais a reivindicar a plenitude dos direitos de pontífice romano. Para ser ungido é preciso receber pelo menos dois terços dos votos. Em caso de impasse, uma votação pela maioria absoluta é possível.
São duas votações de manhã e duas à noite. Ao final de cada uma, as cédulas são queimadas, sendo que a tradição indica que os cardeais devem usar palha seca ou úmida para que a fumaça seja preta (se não foi escolhido o papa) ou branca (se a votação deu como resultado a eleição do novo pontífice).
Assim que o eleito “aceitar sua escolha canônica” como sumo pontífice, o primeiro dos diáconos – o cardeal Protodiácono – anuncia da sacada da Basílica vaticana a eleição do novo papa com a tradicional citação: “Nuntio vobis gaudium magnum: Habemus Papam”. 



O acontecimento de hoje não tem precedentes na história moderna. Pio XII chegou a dizer que renunciaria caso fosse sequestrado pelos nazistas, mas Hitler não ousou tanto. Gregório XII renunciou para por fim à Cisma do Ocidente, em 1415. Outra renúncia papal de que se tem registro data de 1294. Celestino V, com apenas cinco meses de pontificado, emitiu um decreto declarando que estava permitido aos papas renunciarem, o que ele mesmo fez logo depois.

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