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A Prefeitura de Santos e a Codesp – Cia. Docas de São Paulo, a exemplo do que começou a ser feito pela Docas do Rio, vão transformar a área de 55 mil m² entre os armazéns 1 e 8 do Porto de Santos em complexo turístico, cultural, náutico e empresarial com terminal de cruzeiros, restaurantes, marina e escritórios, entre outras instalações. O plano de ocupação da área prevê que os armazéns 1 e 2 serão destinados a atividades comerciais e turísticas, gastronomia e produção cultural e artística. O armazém 3 terá museu marítimo e escritórios, e o 4 uma escola náutica e administração da marina. No armazém 5, funcionará um deck para turismo e uma estação de transportes aquaviários de passageiros; e no 6, terminal de cruzeiros. No armazém 7, será instalada uma unidade da Base Aérea e o Instituto de Ciências do Mar, enquanto que no 8 será instalada a unidade de apoio da Petrobras.
Enquanto isso, aqui no Pará, a CDP vai na contramão mundial, dissociando o porto da cidade.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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