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Ouvimos promessas de asfaltamento para a rodovia BR-163, que liga Santarém a Cuiabá, e, durante 7 anos, foi feito apenas 15 Km de cerca de 2 mil Km. Na Transamazônica, sequer foram asfaltados 30 Km dos cerca de 2 mil Km, no mesmo período. E, pasmem os senhores, para surpresa de todos nós, recentemente, numa reunião com os engenheiros da Andrade Gutierrez, a empreiteira que ganhou a concorrência para asfaltar aquela importante rodovia no meu Estado, as obras foram paralisadas pela falta de projeto e de licença ambiental. Ora, se o DNIT é responsável por fazer os projetos, como se faz uma licitação sem receber no edital o projeto respectivo para a construção da referida obra? É realmente uma vergonha, principalmente depois que lemos o relatório do Tribunal de Contas da União, já aqui nesta Casa, que define como obras superfaturadas obras que tiveram malversação de recursos públicos, aliás obras ainda nem iniciadas, como é o caso do asfaltamento entre Marabá e Altamira. Nós queremos que o Governo brasileiro venha para a Amazônia com os recursos que gastou com Arco do Fogo, com a Força Nacional de Segurança, com a Polícia Federal. Queremos esses mesmos recursos, em torno de 250 milhões de reais, para aparelhar o Incra, fazer o ordenamento fundiário; aparelhar a Emater, fazer assistência técnica; liberar recursos para a construção das vicinais; terminar a tão propalada obra do asfaltamento, enfim, instalar a Escola Agrotécnica Profissionalizante. É preciso liberar nossas emendas individuais para a infra-estrutura urbana de vários municípios daquela região; começar imediatamente a Hidrelétrica de Belo Monte; verticalizar o cacau, do qual somos o segundo maior produtor no Brasil, fazendo uma indústria com incentivos fiscais em nossa região.Quero dizer à Ministra Dilma Rousseff e a todos os brasileiros que eu particularmente, este Deputado, sou de um país que se chama Pará.”(Deputado Wandenkolk Gonçalves, em discurso ontem sobre o que disse a ministra Dilma Rousseff na Câmara Federal, em audiência pública).
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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