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O impeachment e os políticos sem-noção


Nunca pensei que viveria para ver a queda do muro de Berlim, a dissolução da URSS, um presidente norte-americano em Cuba, e dois impeachments no meu País, entre tantos e significativos acontecimentos nas últimas décadas. Hoje senti uma vergonha imensa ao assistir à sessão em que 367 deputados federais votaram pela admissibilidade do processo para tirar do cargo a presidente Dilma Rousseff, contra 137 votos e 7 abstenções e duas ausências. Então são esses que dizem representar o Brasil? Um bando de sem-noção, que promoveu um espetáculo dantesco, que seria cômico não fosse tão trágico. 

Parecia o velho programa da Xuxa, a maioria votando em nome das mulheres, dos filhos, netos, tias e avós, muitos dando-se ao desplante de ainda citar-lhes os nomes (alguns precisaram ler!), deixando assim claro que só pensam em termos pessoais. Outros falando de seu bairro ou cidade, como se fossem vereadores. Alguns agradecendo pelo que a população fez por eles, o que equivale a admitir em rede nacional nada fazerem pela população. E os que se arvoraram a votar em nome de Deus. Oh, Deus! Quanta pequenez! Bolsonaro exaltando o torturador coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra foi a culminância desse circo de horrores. E o presidente da Câmara, Eduardo Cunha? Sem palavras para expressar tanta indignação e nojo.
Precisamos, sim, urgentemente, nos empoderar e exercer o civismo, defenestrando em 2018 esses usurpadores da cidadania, vendilhões da Nação! Haveremos de saber eleger um Congresso Nacional que seja consciente de suas altas responsabilidades, siga os princípios constitucionais e exerça suas funções com a dignidade que a sociedade espera e merece.

Um dia histórico que ficará marcado nas nossas vidas para sempre, que deveria ser símbolo da esperança, acaba gerando imensa apreensão. O que esperar dessa turba? Sim, é preciso dar um basta ao desgoverno que deixou o Brasil em frangalhos, com dez milhões de desempregados, os Estados que compõem a Federação à beira da insolvência e a União em ruínas, mas não adianta simplesmente mudar o nome do ocupante da presidência da República.

Nada mudará como em um passe de mágica. O Brasil terá que ser reconstruído. A começar pela classe política. E a conciliação nacional passa pelo prosseguimento das investigações da Polícia Federal e do Ministério Público, doa a quem doer, com a necessária punição de todos os que deram causa e se beneficiaram da corrupção que levou o País à falência moral, social e econômica. Imperiosa a exigência de que devolvam o que foi subtraído da nossa Pátria.

Chega de coxinhas e mortadelas! Que nós, brasileiros, saibamos resgatar a ética, a decência, a cidadania e a paz social! 

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