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O governo do Estado considera importante a construção da Hidrelétrica de Belo Monte porque não há perspectiva de desenvolvimento sustentável no Pará sem energia elétrica, farta e barata, para verticalizar a produção minerária, gerar emprego e renda, aumentar a arrecadação de impostos e royalties e resgatar a dívida social com os que mais necessitam da atenção do Poder Público.

Considera ainda que a obra não pode repetir hoje os erros de grandes projetos do passado, que resultaram em prejuízos ambientais e sociais para o Estado. Por isso, o governo do Estado mobilizou a sociedade no sentido de garantir, junto ao Governo Federal, que os impactos ao meio ambiente e às comunidades tradicionais da região sejam os menores possíveis, e que estes sejam mitigados por meio de um Plano de Desenvolvimento Sustentável para a Região do Xingu.

O governo do Estado respeita as manifestações da sociedade civil, inclusive as contrárias à construção da usina de Belo Monte, mas defende que a hidrelétrica, hoje, tem condições de gerar energia com muito menos dano ambiental.

Belo Monte trará, por exemplo, energia firme para várias regiões do Estado, que ainda hoje dependem da precária e poluidora energia gerada por termelétricas. Por outro lado, o governo estadual exigiu que 20% da energia produzida em Belo Monte sejam utilizados na alimentação de plantas industriais no Pará.

Por fim, o governo do Estado entende que os questionamentos feitos pelo Ministério Público Federal devem ser respondidos na Justiça pelo Governo Federal, responsável direto pelo projeto.

Secretaria de Comunicação do Estado do Pará”
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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