Em iniciativa inédita, o Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro celebra os percursos individuais e coletivos que construíram as políticas de salvaguarda do patrimônio cultural no Brasil, lançando a obra “Em Defesa do Patrimônio Cultural”, organizado por…

Neste sábado, 16, postos de saúde ficarão abertos para a vacinação com foco em menores de 15 anos. Em Belém, 11 unidades vão funcionar das 8h às 14h. A campanha da Multivacinação iniciou no dia 04 de outubro e segue…

De autoria do carnavalesco e professor Paulo Anete, o enredo para o Carnaval 2022 da Escola de Samba Grêmio Recreativo Carnavalesco e Cultural Os Colibris, de Belém do Pará, é “Zélia Amada/ Zélia de Deus/ Zélia das Artes/ Herdeira de…

Batizada de sagui-de-Schneider (Mico schneideri), em homenagem ao pesquisador brasileiro Horácio Schneider (1948-2018), geneticista da Universidade Federal do Pará e pioneiro da filogenética molecular de primatas, a descoberta alvoroçou a comunidade científica internacional. A nova espécie de sagui amazônico do…

Não à escravidão

“Não é verdade que o conceito de trabalho escravo não seja claro. O crime está muito bem definido no Art. 149 do Código Penal. O trabalho escravo não é inventado. As pessoas estão lá jogadas em condições desumanas, em barracos de lona, bebendo água suja. Não basta dizer que eles não estão lá porque querem. Esse tipo de postura já não cabe mais nos dias de hoje. A aprovação da PEC seria uma resposta à altura aos questionamentos internacionais à produção agropecuária brasileira. Há acusações de que produtos podem estar ´sujos´ pela utilização de mão-de-obra escrava. A adoção da emenda seria um sinal claro de que ninguém no Brasil compactua com esse tipo de crime praticado por uma parcela minoritária de fazendeiros. O produtor que cumpre a legislação não tem nada a temer. Quem deve temer a aprovação da PEC são os bandidos, que continuam explorando pessoas de forma criminosa. A maioria dos deputados manifesta apoio à causa. Por enquanto, essa disposição está no nível da promessa. Queremos que isso se reflita na votação no Plenário”. (Jonas Ratier Moreno, titular da Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo, do Ministério Público do Trabalho, contestando os argumentos da bancada ruralista contra a PEC 438).

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