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O funesto interregno de vinte anos esterilizou o solo político. Sacrificou toda uma geração distanciada do poder e da militância política. Não teve parte na restauração da legitimidade representativa aquela geração. De tal sorte que o Congresso, invadido de pigmeus, não viu depois nenhum gigante subir os degraus da tribuna parlamentar. É amarga, pois, a decadência da classe política no Brasil.” (jurista Paulo Bonavides, que debaixo desse sentimento e dessa inspiração de resistência escreveu, há 50 anos, a tese de cátedra “Do Estado Liberal ao Estado Social“, que tem para o Brasil contemporâneo a mesma atualidade de há meio século, em entrevista ao jornal do campus da Faculdade Natalense para o Desenvolvimento do Rio Grande do Norte).
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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