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Lula teve que telefonar, neste fim de semana, ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), para evitar que o clima entre o governo e o PMDB azede de vez.

É que na quinta-feira, em São Luís (MA), cometeu mais uma frase infeliz: “Primeiro, defendo a ideia de que o vice seja dos partidos aliados. Segundo, o PMDB é o maior partido aliado da base do governo. O correto não é nem o PMDB impor um nome forte. O correto é o PMDB discutir dentro do partido e indicar três nomes para a ministra Dilma, para que ela possa escolher.”

Aí o líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves, reagiu de forma dura: “Essa prerrogativa, esse direito, por favor, ninguém tente restringir. Em respeito ao PMDB. O PT já definiu sua candidatura à Presidência. Seus critérios e discussões internas merecem o respeito, a lealdade e a confiança do PMDB. Mas a recíproca tem, e terá, de ser absolutamente verdadeira. Nosso partido sequer admite pensar diferente. O correto para o PMDB é o que o PMDB entender ser o correto. É a decisão democrática e soberana da convenção nacional que escolherá, se for aprovada a aliança, o seu único candidato à vice-presidência”.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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