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MPE apura denúncia de tortura

O major Cláudio José de Oliveira Gifoni,
diretor da Colônia Agrícola Heleno Fragoso, prestou depoimento hoje à tarde ao 3º
promotor de justiça de Execuções Penais, Penas e Medidas Alternativas, Wilson
Pinheiro Brandão, nos autos do Procedimento Administrativo Disciplinar destinado
a apurar denúncias de tortura, por parte de PMs da Rotam/Tática contra presos,
durante revista feitas às celas na segunda-feira, 16.
O militar disse
que pediu a revista ao COE e à Rotam Tática nas dependências da casa penal, e
que ela estava em curso quando eclodiu uma rebelião dos 500 presos e os
policiais tiveram que usar força. E que, após o controle da situação pela PM,
colocou em regime fechado 35 presos com os quais teriam sido encontrados 27
celulares, 52 carregadores de celular, 6 fones de ouvido, 58 facas, 54 petecas
de cocaína, 47 latas de cerveja cheias, 362 latas de cervejas vazias, 7
garrafas de conhaque, 11 garrafas de cachaça, 10 garrafas de vodcka, 4 garrafas
de vinho e 2 de Campari.













Entretanto, familiares dos detentos e membros
do Comitê Estadual de Combate à Tortura, integrado por OAB/PA, Sociedade
Paraense de Defesa dos Direitos Humanos e Ouvidoria do Sistema de Segurança
Pública, relataram e mostraram fotos de que os policiais fizeram “
corredor polonês” e outros atos de
violência.
Na segunda (23)
pela manhã o promotor Wilson Brandão vai ouvir o comandante da Rotam Tática. E
já oficiou solicitando informações à Superintendência do Sistema Penal e à
Corregedoria do Sistema Penal. 

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