Barcos regionais a motor, veleiros, vigilengas, rabetas, bajaras, canoas ubás, igarités, catraias, botes fazem parte da memória afetiva, produtiva e econômica parauara, navegando pelo oceano Atlântico, baías, rios que mais parecem mares, lagos, igarapés, furos, estreitos, igapós e campos alagados…

Embora o Quartel Tiradentes esteja localizado no coração do bairro do Reduto, sediando o 2º BPM e duas Companhias da Polícia Militar do Pará, os meliantes parecem desafiar abertamente os policiais. Os assaltos no bairro continuam muito frequentes, principalmente no…

Douglas da Costa Rodrigues Junior, estudante de Letras - Língua Portuguesa da Universidade Federal do Pará e bolsista do Museu Paraense Emílio Goeldi, ganhou a 18ª edição do Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica na área de Ciências Humanas…

O Ministério Público do Trabalho PA-AP abrirá na segunda-feira inscrições para Estágio de Nível Superior. A seleção será destinada ao preenchimento de vagas e formação do quadro de reserva de estagiários dos cursos de Administração/Gestão Pública, Biblioteconomia, Direito, Jornalismo, Publicidade/Propaganda…

MP investiga PMs de Ananindeua

O promotor de Justiça Armando Brasil Teixeira instaurou , hoje, processo investigatório criminal contra policiais militares cedidos para a Secretaria Municipal de Transporte de Ananindeua (Semutran) que, armados, ameaçaram André Luís Pires Margalho e Blenda Calderaro Margalho, sócios da empresa ABCOMP. O promotor solicitou ao prefeito municipal de Ananindeua, Manoel Pioneiro, a apresentação do coronel Marco Antônio Souza Machado, atual secretário municipal de Transporte do município, e que este apresente o soldado PM Leonardo Machado Santos e o cabo PM Anderson. A investigação transcorrerá em sigilo. Após exame de arquivo de áudio entregue à Promotoria de Justiça Militar pelas vítimas de ameaças, foi considerado “inviável, ou no mínimo não recomendável, a instauração de Inquérito Policial Militar pela Corregedoria da Polícia Militar”, conforme palavras do promotor Armando Brasil, que, por isso, resolveu instaurar o processo, exercendo prerrogativas conferidas ao Ministério Público pelo Código de Processo Penal Militar.

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