0
Uma família inteira mora na concha acústica da Praça Waldemar Henrique. Ao invés de cartão postal, como o saudoso maestro merece ter um logradouro público em sua memória, o lugar é um antro de bandidagem e imundície.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

Sem palavras

Anterior

Alô, polícia!

Próximo

Vocë pode gostar

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *