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Aqui ninguém respeita nada. Não se usa cinto de segurança, capacete, as motos circulam sem placas“.
(Elias Martins, representante da Ctbel).


“O Pará não é assim, como o senhor afirmou. Nós do Ministério Público ajudamos em campanha e mobilizações de conscientização de trânsito. Aqui o cinto e o capacete já estão incorporados em nossa cultura
.”
(Waldir Macieira, promotor de Justiça).


“A população diz e eu concordo: o grande vilão do trânsito são os condutores de ônibus
“.
(Ernandes Campos, representante do Sindicato dos Rodoviários).

Tais declarações foram feitas hoje, em sessão especial na Alepa, em audiência pública para debater alternativas a fim de reduzir as mortes no trânsito. Cai o pano.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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