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Mais um que rasga a própria biografia. O advogado e ex-deputado federal Luiz Eduardo Greenhalgh entrou com pedido na Justiça de recolhimento de documentos obtidos pelo repórter Leonencio Nossa, da Sucursal de Brasília do Estadão, repassados por militares que participaram dos combates entre as Forças Armadas e militantes do PC do B no Pará, nos anos 1970, sob pena de busca e apreensão na casa dele. O procurador Rômulo Conrado deu parecer contrário, argumentando que o jornalista “não é parte integrante da lide, razão pela qual não pode figurar no pólo passivo do processo”. Desde fevereiro de 2003, o Estadão publica histórias sobre a guerrilha do Araguaia, como o caso da confirmação da prisão e execução da guerrilheira Dinalva Oliveira Teixeira, codinome Dina, morta em 1974. O jornal fez uma série de 32 entrevistas com o ex-agente Sebastião Curió Rodrigues de Moura, todas gravadas. A polêmica trajetória militar e política de Curió e o destino dos guerrilheiros do Araguaia são os principais focos da reportagem.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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