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O Pará tem cerca de 6 mil entidades não governamentais e sem fins lucrativos. No último Fórum Nacional das Instituições Filantrópicos foi divulgada uma pesquisa sobre a contrapartida desses projetos para o Brasil. O resultado foi que para cada R$ 100 em incentivos fiscais, concedidos ao Terceiro Setor, o retorno à sociedade era de R$ 592 em benefícios. Mesmo sendo o maior aliado do Estado no desenvolvimento de políticas públicas, as dificuldades existem e são muitas. A grande maioria das instituições tem dificuldades na gestão administrativa. Contabilidade, certidões negativas, prestação de contas, reflexo da carência de profissionais e da burocracia. Aprimorar os serviços prestados por essa área, com transparência e boa aplicação dos recursos, é fundamental para uma sociedade menos desigual. 

Nos próximos dias 16 e 17 Belém vai sediar o I Congresso Paraense do Terceiro Setor, quando serão abordados temas como Aspectos contábeis e jurídicos do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, Auditoria para o Terceiro Setor, ICMS e as Entidades Filantrópicas, E-social e a Realidade do Terceiro Setor, Elaboração das Demonstrações Contábeis do Terceiro Setor, Prestação de contas ao Ministério Público do Pará, Governança Corporativa, Julgamento e os Mecanismos do enforcement na contabilidade do Terceiro Setor, Imunidades e Isenções Tributárias, Sistema Público de Escrituração Digital para Isentas e Imunes, Contabilidade Ambiental e suas Demonstrações, Novas Tecnologias para a Contabilidade, Fontes de Captação de Recursos e Os desafios do Terceiro Setor no Pará.

A programação do evento oferece oficinas técnicas, palestras, workshops e fóruns de discussão com a presença de renomados profissionais de várias áreas, entre elas, do Ministério Público do Estado, do Tribunal de Contas do Pará e do Conselho Federal de Economia. 

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas aqui.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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