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A Unimed precisa romper o silêncio e explicar o porquê de não ter comunicado às autoridades sanitárias a ocorrência de infecção por superbactérias entre seus pacientes – mais notório é o caso de Monique, 28 anos, filha do cantor Beto Barbosa, que ficou um mês em coma no HGU sem que ao menos fosse enviada amostra de seu sangue para pesquisa no Instituto Evandro Chagas. 
Enquanto os hospitais particulares calam para não reduzir o lucro, em sinal de pouco caso com a vida dos usuários, avança a contaminação pela KPC, bactéria multirresistente.
A superbactéria nada mais é do que o resultado da falta de cuidados com a esterilização de ambientes e equipamentos cirúrgicos. Produtos de segunda linha usados para desinfecção barateiam os custos e realçam os lucros para os donos dos hospitais. E ninguém fiscaliza, muito menos pune. 
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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