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Quem precisou de atendimento para uma crise alérgica na madrugada de sábado, em Salinas, teve que tomar 5 injeções do medicamento infantil para completar a dose para adulto, inexistente no hospital público. Isso num final de semana de julho, quando as autoridades estão cansadas de saber que o fluxo de visitantes é na ordem de meio milhão de pessoas.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Abrajet, do IHGP e do IHGTap, editora do portal Uruá-Tapera.

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