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O governo federal acena com a entrada em operação comercial das eclusas de Tucuruí em abril. Mas a licitação para contratar a empresa que fará a retirada das pedras do rio Tocantins está prevista para março, daí que o prazo é impossível. É que, a montante das eclusas, são necessárias obras de derrocamento na região conhecida como “Pedral do Lourenço”, entre Tucuruí e Marabá, a fim de permitir a navegabilidade do trecho até a foz do Tocantins, em Vila do Conde. A hidrovia Tocantins/Araguaia, pelo jeito, ainda vai demorar. É preciso que a bancada federal e os senadores se mobilizem de modo articulado, além dos deputados estaduais, o governo do Pará e a Federação das Indústrias.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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