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“Se não nos preocuparmos mais com esse estado de bisbilhotice que cresce no Brasil, vamos começar a enfrentar problemas com grampos ilegais e monitoramento de informações também nos veículos de imprensa. A vítima, nesse caso, não é só o jornalista, mas a sociedade, que perderá o direito constitucional que possui de ser bem informada. Mede-se o índice democrático de um País pela possibilidade do seu cidadão se exprimir e dos jornais e demais veículos de comunicação manifestarem essa vontade do cidadão. Não há democracia com liberdade de imprensa cerceada ou tolhida”. (presidente nacional da OAB, Cezar Britto, na III Conferência Legislativa sobre Liberdade de Imprensa, em Brasília,

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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