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Há dez anos, desde quando foi loteada politicamente e virou cabide de empregos, a Ahimor – Administração das Hidrovias da Amazônia Oriental -, ligada à Codomar – Cia. Docas do Maranhão -, e não à CDP – Cia. Docas do Pará -, como seria natural, já que sua sede é em Belém, nada produz. Até o parque de dragagem de que dispunha, avaliado em R$20 milhões, acabou literalmente na lama e parte dele foi levado para o Amazonas. Enquanto isso, nossos rios estão assoreados, e os bancos de areia contribuem para encalhes ou acidentes mais graves com embarcações. E ninguém toma providências para recuperar o patrimônio público.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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