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Quero aproveitar este dia de luta para lembrar, a homens e mulheres, que em todos os dias devem ser celebrados a vida, o respeito, o direito, a condição humana, os gêneros, as escolhas.

Que todas as mulheres tenham forças para jamais abrir mão de sua dignidade; que não se deixem violentar – física, moral e intelectualmente -; que reajam, que denunciem, que exijam a aplicação da Justiça.

Que nenhuma mãe aceite a exploração de sua filha, não a troque, nem a dê, premida pela miséria humana em sua forma mais doída.

Que nenhuma mulher se apequene nem admita chantagens ou abusos de qualquer natureza.

Por fim – mas não menos importante -, que nenhuma mulher perca a capacidade de se indignar e lutar, nem tenha medo de ser feliz.

Um forte e fraterno abraço a todas as mulheres, mães, profissionais, casulos da humanidade!
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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