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Depois de ter negado seu pedido de Habeas Corpus pelo STJ, para aguardar em liberdade o julgamento; e de ser condenado a trinta anos de reclusão perante o Tribunal do Júri, por ter mandado matar, mediante recompensa, a missionária Dorothy Stang, eis que a desembargadora Maria de Nazaré Silva Gouveia dos Santos, do TJE-PA, expediu alvará de soltura de Regivaldo Galvão, o Taradão, a ser cumprido no prazo de 48 horas. Entendeu ser ele – vejam só – réu primário, ter bons antecedentes e ocupação lícita. Detalhe: até as pedras de Anapu sabem que Taradão é réu também em processo que tramita na Vara de Altamira, por grilagem de terras, fraude e falsificação de documentos legais.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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