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Belém é a 73ª cidade brasileira em rede e prestação de serviços de saneamento básico, e uma das dez piores em um “ranking de saneamento” do instituto Trata Brasil. Ananindeua, na Região Metropolitana, está na 77ª posição, sem qualquer tratamento de esgoto.

O estudo aponta Belém entre as piores cidades na oferta dos serviços por falta de eficiência dos operadores – a Cosanpa e o Saaeb -, além do alto valor das tarifas praticadas e dos baixíssimos investimentos.

Belém e Ananindeua dão as piores contribuições ao meio ambiente todos os dias. Do consumo de cerca de 220 milhões de metros cúbicos de água por ano, 80% desse volume são despejados sem tratamento na Baía de Guajará, em igarapés, no solo, em rios e outros mananciais, fora o lixo e outros tipos de poluentes. Uma das consequências mais graves desse impacto é na saúde e na qualidade de vida da população. Quem conta é o blog Ananindeua Debates.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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