O IV Distrito Naval da Marinha do Brasil, em parceria com o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), Praticagem da Barra do Pará, Sociedade Amigos da Marinha Pará, Secretarias de Saúde de Barcarena e do Estado do Pará, Tribunal…

Guy Veloso, filho do saudoso jurista, notário e político Zeno Veloso, plantou em sua memória um pé de baobá na Universidade Federal do Pará, onde o ilustre parauara se destacou como professor de direito civil e direito constitucional, formando gerações…

Evellyn Vitória Souza Freitas nasceu no chão do banheiro do Hospital Municipal de Portel, município do arquipélago do Marajó (PA), no dia 28 de julho de 2021, por volta das 8h da manhã, prematura de 28 semanas e dois dias, pesando 1Kg e 39…

Vanete Oliveira, a jovem marajoara de 28 anos e mãe de cinco filhos que sofre há catorze anos com um tumor enorme em um dos olhos, que lhe cobre quase a metade da face, já está internada no Hospital Ophir…

Carpinteiros navais

A carpintaria naval é uma ciência amazônica: os caboclos não têm estudos náuticos, mas são capazes de fazer barcos com perfeição. No Pará, em todos os municípios ribeirinhos há craques nesse ofício.

Pesquisadores do Museu Goeldi inventariam espécies vegetais usadas na construção de embarcações por moradores da Comunidade de Vila da Penha, na Resex Maracanã.

Nos cascos, construídos com peça única – um tronco de árvore é escavado, depois atracado com madeira e cipós para secar e forçar a abertura na medida desejada -, as espécies utilizadas são Gonçalo e Tatajuba. Já nas canoas, que podem ser movidas a vela ou a motor, são usadas as mesmas espécies dos cascos, e na lateral tábuas de Louro Itauba. Nas lanchas e barcos de pesca, o fundo é de Piquiá ou Sapucaia. No toldo e no convés, Angelim Vermelho, Sucupira Amarela e Cumaru; para a quilha, Ipê amarelo e, nas laterais e na cobertura, o Louro Itauba.

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