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Calamidade em Tucuruí

No Hospital Regional de Tucuruí, os servidores estão sendo obrigados a escolher que não deve morrer, deixa de atender a alta complexidade para atender a básica, que é de responsabilidade do município. A prefeitura embolsa o dinheiro das AIH’s e o Hospital Municipal está fechado, todas as cirurgias são feitas no regional, as grávidas estão perdendo seus bebês e morrendo de parto, as cesarianas estão amontoadas em uma sala só, o risco de infecção hospitalar é enorme.
Falta tudo dentro do Hospital Regional: remédios, leitos, lençois e até … médicos. Um exemplo do absurdo: o anestesista em plantão no regional é o mesmo na escala do municipal e da urgência, colocando em risco a vida dos pacientes. Pior é que ele já tem 70 anos, a atividade requer agilidade e capacidade de concentração apurada para uma sala de cirurgia, imaginem tocar duas ou três salas ao mesmo tempo. A clínica cirúrgica está lotada de pacientes principalmente de ortopedia e um médico à disposição ganhando e sem operar. A situação é catastrófica. Os postos de saúde estão sucateados, até aparelhos para medir pressão não há, sequer remédio para febre.
Os dentistas passam um tempão sem fazer nada por falta de luva, o povo vai para os postos de saúde à noite e fica a madrugada toda na chuva para poder pegar uma ficha e na hora o médico não aparece para a consulta. A dengue e a malária proliferam.
Os prestadores de serviço de laboratório e clínicas credenciados não recebem os recursos do SUS por falta de repasse pela prefeitura, por isso o comércio local não vende para saúde, ambulâncias seminovas totalmente sucatadas estão enferrujando nos pátios de oficinas mecânicas e em um cemitério no fundo do hospital municipal, que fechou porque não tinha remédio, material para procedimentos cirúrgicos, nem comida para os pacientes. 

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