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Hoje, na Feira Pan Amazônica do Livro, a doutoranda de Letras da Unesp Ana Cleide Guimbal ministrou palestra sobre a prosa ficcional de Bruno de Menezes(1893 e 1963), divulgador da cultura negra e da africanidade e um dos homenageados na Feira.
Para ela – que dá aulas na rede estadual e chegou a lecionar na escola José Veríssimo, onde Bruno de Menezes foi aluno – o escritor parauara usou o etos (aportuguesado do grego ethos, das áreas da antropologia e da sociologia; costume; conjunto das características distintivas de um povo, grupo ou comunidade, no que diz respeito a atitudes, hábitos e crenças) para promover um léxico até então desconhecido, usando palavras como “xerimbabo” e outras que expressavam a cultura jurunense.
Nos estandes da UFPA e da Secult os visitantes podem encontrar obras de referência sobre Bruno de Menezes.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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