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Em nota encaminhada ao portal Uruá-Tapera, o deputado estadual Carlos Bordalo manifestou “total repúdio no uso da minha imagem e declarações falsas por parte de deputados estaduais que atigem a minha honra e o longo trabalho que realizo como parlamentar no Estado do Pará”.

Bordalo lembra que a Alepa instalou duas CPIs que investigaram o tráfico de pessoas e a exploração e o abuso s&xu4l de crianças e adolescentes no arquipélago do Marajó, respectivamente, em 2010 e 2011. Ambos os relatórios estão publicados na Internet e as recomendações foram apresentadas ao Poder Público.

“Eu estive nas duas CPIs e cobrei firmemente providências do Estado, e mesmo após o término das Comissões Parlamentares de Inquérito, continuei atuando na defesa do Marajó.

O povo do Marajó precisa de implementação de políticas públicas, não de sensacionalismo midiático, o que só serve tão somente para explorar a dor do povo marajoara”, disse Bordalo, complementando que os governos do Pará e do Brasil estão juntos para efetivar políticas e desde 2010 e 2011 muito já se avançou. “É fato que o território marajoara apresenta vulnerabilidade social e o Estado Brasileiro não está omisso quanto a sua responsabilidade”, sustentou Bordalo, afirmando que tomará providências quanto aos ataques.

Assistam ao vídeo.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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