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Bom dia, Belém 399 anos!

Mangal das Garças. Foto: Carlos Sodré
Vista do Forte do Presépio
 Teatro da Paz. Fotos: Cláudio Santos
 Vista aérea. Foto:Cristino Martins
 Feira do Açaí. Foto: Tássia Barros
Igreja de Santo Alexandre. Foto: Rodolfo Oliveira
Estação das Docas. Foto: Flavya Mutran

Casa das Onze Janelas. Foto Luiz Braga
Mercado de Peixe no Ver-O-Peso. Foto Carlos Sodré

Em homenagem a esta linda cidade que me acolheu há 35 anos e que eu amo demais, nada melhor do que a música de seus ícones, em seu aniversário!

Bom dia, Belém 
(música de Edyr Proença e letra de Adalcinda Camarão)

Há muito que aqui no meu peito 
Murmuram saudades azuis do teu céu 
Respingos de ausência me acordam 
Luando telhados que a chuva cantou 

O que é que tens feito 
Que estais tão faceira 
Mais jovem que os jovens irmãos que deixei 
Mas sábia que toda a ciência da terra 
Mais terra, mais dona do amor que te dei 

Onde anda meu povo, meu rio, meu peixe, 
Meu sol, minha rede, meu tambatajá 
A sesta, o sossego da tarde descalça, 
o sono suado do amor que se dá 
E o orvalho invisível na flor se embrulhando 

Com medo das asas do galo cantando 
E um novo dia vai anunciando 
Cantando e varando silêncios de lar 

Me abraça apertado que eu venho chegando 
Sem sol e sem lua, sem rima e sem mar 
Coberta de neve, lavada no pranto 
Dos ventos que engolem cidades de ar 
Procuro meu quarto de vela azulada 
Que foi de panada sumindo sem dó 
Procuro a lembrança da infância na grama 
Dos campos tranquilos do meu Marajó 

Belém minha terra, minha casa, meu chão 
Meu sol de janeiro a janeiro a suar 
Me beija, me abraça que quero matar 
A doída saudade que quer me acabar 
Sem círio da virgem, sem cheiro cheiroso 
Sem a “chuva das duas ” que não pode faltar 
Cochilo saudades na noite abanando 
Teu leque de estrelas, Belém do Pará!

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