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Flor do Grão-Pará

Chico Senna

Rosa flor,

vê quanta mangueira
e o cheira-cheira do tacacá.
Meu amor, ata a baladeira,
e balança a beira do rio mar.

Belém, Belém, acordou a feira
que é bem na beira do Guajará.
Belém, Belém, menina morena,
vem ver o peso do meu cantar.

Belém, Belém, és minha bandeira,
és a flor que cheira no Grão-Pará.

Belém, Belém do Paranatinga,
do Bar do Parque, do bafafá.
Bem-te-vi, sabiá, palmeira,
não, não baladeira, deixa voar.

Belém, Belém, acordou a feira
Que é bem na beira do guajará.
Belém, Belém, menina morena,
Vem ver o peso do meu cantar.
Belém, Belém, és minha bandeira,
És a flor que cheira no Grão-Pará.


Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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