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Amanhã, os desembargadores do TJE-PA julgam o mérito do habeas corpus que mantém Regivaldo Galvão, o Taradão, livre, leve e solto, apesar de já ter sido condenado pelo Tribunal do Júri a 30 anos de reclusão por mandar matar a missionária Dorothy Stang.

As irmãs Notre Dame Rebeca Spires e Jane Dwyer divulgaram carta aberta dirigida aos 11 desembargadores, em que afirmam que Taradão “não é fazendeiro e não tem ocupação lícita, é grileiro de terras públicas em fazendas com papelada fraudada em nome de laranjas, produtos de invasões praticadas no fim dos anos 90, e um especialista em fabricar falsos documentos, em montar fraudes para interferir na ação da Justiça, aliciar e intimidar testemunhas”.

A Secretaria de Direitos Humanos lembra, ainda, que há uma testemunha que levou cinco tiros e está sob proteção, e que não faz sentido o Ministério Público pedir proteção à testemunha e o Judiciário conceder liberdade ao réu.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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