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O fisioterapeuta Elias Neto Sassim resolveu ir ao cinema com a namorada. Optou pelo Pátio Belem e o seu Moviecom. O filme escolhido foi Homem-formiga, da Marvel.  Comprou os ingressos on line, sem problemas. Sentou na última fileira de cadeiras, de frente para o corredor, e acomodou seu 1,98m.
Adorou o filme, e
 tudo estava indo muito bem.  Até que, de repente, algo pousou em sua perna. Era uma barata. Uma barata voadora, daquelas de filme de terror B. De bom humor e interessado no que rolava na telona, deu um chute  no inseto e voltou a se concentrar. Nessa hora, a namorada o cutucou e pediu que olhasse para cima.
Ficou gelado com o que viu. Na parede, ao lado das caixas de som, havia um exército de baratas voadoras prontas para atacar!
 Não pensou duas vezes. Levantaram rápido, mas não deu tempo de escapar. Uma barata voou e se encastelou na sua cabeça,  outras duas na camisa, nas costas, onde é mais difícil bater.
Imaginem o desespero dos dois. Abandonaram pipoca, chocolate, refrigerante, dignidade, e foram sentar nas cadeiras da frente. Mas adeus à tranquilidade, claro! Não sabiam se prestavam atenção ao filme ou se olhavam para o chão e paredes, vigiando um presumível novo ataque. E assim ficaram até o filme acabar. Ao final, já eram 23:30h e nenhum funcionário estava por lá, só o vigia. Nem podiam reclamar. E também não conseguiam pensar em mais nada a não ser sair de lá. E vocês, já passaram por uma situação dessas? 
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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