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Foram empossados hoje na Assembleia Legislativa do Pará os 41 deputados estaduais eleitos para a 61ª Legislatura (2023-2027). Em seguida houve eleição para a Presidência e a Mesa Diretora, em chapa única, tendo sido reeleito praticamente à unanimidade – por…

O governador Helder Barbalho está soltando a conta-gotas os nomes dos escolhidos para compor o primeiro escalão de seu segundo governo. Nesta quarta-feira será a posse dos deputados estaduais e federais e dos senadores, e a eleição para a Mesa…

Pela primeira vez na história, está em curso  um movimento conjunto da Academia Paraense de Letras, Academia Paraense de Jornalismo, Instituto Histórico e Geográfico do Pará e Academia Paraense de Letras Jurídicas, exposto em ofício ao governador Helder Barbalho, propondo…

Baratas voadoras atacam no Moviecom

O fisioterapeuta Elias Neto Sassim resolveu ir ao cinema com a namorada. Optou pelo Pátio Belem e o seu Moviecom. O filme escolhido foi Homem-formiga, da Marvel.  Comprou os ingressos on line, sem problemas. Sentou na última fileira de cadeiras, de frente para o corredor, e acomodou seu 1,98m.
Adorou o filme, e
 tudo estava indo muito bem.  Até que, de repente, algo pousou em sua perna. Era uma barata. Uma barata voadora, daquelas de filme de terror B. De bom humor e interessado no que rolava na telona, deu um chute  no inseto e voltou a se concentrar. Nessa hora, a namorada o cutucou e pediu que olhasse para cima.
Ficou gelado com o que viu. Na parede, ao lado das caixas de som, havia um exército de baratas voadoras prontas para atacar!
 Não pensou duas vezes. Levantaram rápido, mas não deu tempo de escapar. Uma barata voou e se encastelou na sua cabeça,  outras duas na camisa, nas costas, onde é mais difícil bater.
Imaginem o desespero dos dois. Abandonaram pipoca, chocolate, refrigerante, dignidade, e foram sentar nas cadeiras da frente. Mas adeus à tranquilidade, claro! Não sabiam se prestavam atenção ao filme ou se olhavam para o chão e paredes, vigiando um presumível novo ataque. E assim ficaram até o filme acabar. Ao final, já eram 23:30h e nenhum funcionário estava por lá, só o vigia. Nem podiam reclamar. E também não conseguiam pensar em mais nada a não ser sair de lá. E vocês, já passaram por uma situação dessas? 

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