Na terça-feira da semana passada (19), quando estava em votação no plenário da Assembleia Legislativa projeto de Indicação de autoria da deputada Professora Nilse Pinheiro transformando o Conselho Estadual de Educação em autarquia, detentora de autonomia deliberativa, financeira e administrativa,…

A desgraça sempre chega a galope, mas tudo o que é bom se arrasta indefinidamente no Brasil, o país dos contrastes e contradições, rico por natureza, com poucos bilionários e povo abaixo da linha da pobreza. Parece inacreditável, mas tramita…

O prefeito de Oriximiná, Delegado Willian Fonseca, foi reconduzido ao cargo pelo juiz titular da Vara Única daComarca local, Wallace Carneiro de Sousa, e literalmente voltou a tomar posse nos braços do povo. Era por volta do meio-dia, hoje (26),…

A equipe multidisciplinar do centro obstétrico da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará, em Belém (PA), vivenciou uma experiência rara e emocionante: o parto empelicado. Imaginem um bebê nascendo dentro da placenta intacta, com os movimentos visíveis, praticamente ainda…

Banpará na contramão do bom senso

O Banpará precisa urgentemente rever seus conceitos. Ao invés de facilitar, inferniza a vida de seus correntistas. Até parece que tem alguém lá que se dedica a complicar tudo. Não é compreensível – e nem aceitável – que além da senha de quatro números para o caixa, a senha de grupos de letras para o atendimento eletrônico, a senha de oito números e a frase secreta para o internet banking, ainda exija um código rotativo que vem em cartela de “raspadinha” que o distinto correntista é obrigado a ir buscar na sua agência e na qual, a cada acesso via internet, tem que raspar um código numerado e digitar no campo correspondente. 

Acontece que, além do evidente excesso nas medidas de “segurança” (não se tem notícia de paralelo em qualquer outro banco do mundo, público ou privado), já faz mais de um mês que milhares de correntistas – cujas cartelas de raspadinha acabaram – estão impedidos de acessar suas contas pela internet porque a empresa fornecedora não repôs a quantidade necessária e o banco não fiscalizou a reposição. 

Quer dizer, o Banpará exige a raspadinha, mas não a fornece. Nas agências, limitam-se a dizer que “está em falta”. Absurdo inominável, inconstitucionalidade a ferir os direitos individuais e coletivos. Coisa de Sucupira. Na contramão da modernidade e do bom senso, em tempos de um trânsito caótico e em colapso, em que se gasta horas para fazer qualquer deslocamento mínimo; em tempos de violência com assaltos diários à mão armada e muitas mortes registradas no tal golpe da “saidinha” bancária, o Banpará obriga seus correntistas a ir pessoalmente às suas agências para realizar a operação mais básica. Seria cômico se não fosse trágico.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *