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Banpará dissolveu Núcleo de Auditoria

Há muito tempo, a diretoria do Banpará e os auditores do banco viviam às turras. Pois anteontem a queda-de-braço foi vencida: o Conselho de Administração dissolveu o Núcleo de Auditoria inteiro. De uma tacada só, todos os auditores foram destituídos da função, que alguns já exerciam há mais de 15 anos, e para a qual é preciso ser aprovado em concurso interno referendado pelo Banco Central, que demanda curso específico e prova, além de ser funcionário concursado do banco, claro. Ato contínuo, outra portaria constituiu novo núcleo de Auditoria, integrado por auditores que fizeram a prova em anos anteriores mas, apesar de aprovados, não foram classificados no número de vagas. Uma espécie de cadastro reserva. Alguns são atuais assessores da atual diretoria e, óbvio, de sua confiança. 

O blog ouviu a diretoria do Banco do Estado do Pará S/A, que, em nota, informa que, considerando o resultado do trabalho de avaliação externa de qualidade realizado pela KPMG Auditores Independentes, decidiu por reestruturar sua auditoria interna em conformidade com os padrões estabelecidos pelo Institute of Internal Auditors (IIA), tendo em vista o fortalecimento dos seus controles internos e o adequado gerenciamento dos riscos.

Fonte com acesso privilegiado ao governo afirma que os resultados do Banpará são melhores a cada ano, e que a instituição tem até distribuído dividendos, tanto para funcionários quanto para os sócios, além de investir em agências digitais no Pará. Lembra, ainda, que antes o banco dava prejuízo, na época dos governos de Jader Barbalho, e que no governo Hélio Gueiros houve até intervenção.

Mas os funcionários se dizem chocados, alegando que esse status quo de controle sempre foi respeitado, mesmo na época de Jader e Hélio Gueiros. E questionam o porquê de uma auditoria autônoma e independente ter sido dissolvida, ao invés de reformulada, como a consultoria recomendou.

Cartas para a redação!

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