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Acreditem: na 5ª feira, 20, em Tailândia, o julgamento de Aronildo Oliveira Almeida, acusado de homicídio, teve que ser adiado para o dia 28 de agosto. O réu – que estava preso – chegou atrasado(!) ao Tribunal do Júri, o defensor público faltou – e foi destituído na hora pelo juiz Waltencir Alves Gonçalves, que nomeou advogado dativo -, e os PMs requisitados não foram dar segurança à sessão. Só compareceram as promotoras de justiça Sabrina Mamede Kalume e Juliana Dias Palmeira, os jurados, e o juiz.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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