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A Prefeitura de Belém aumentou a passagem de ônibus para R$ 2,70, acima da inflação, até porque o Dieese havia proposto tarifa de R$2,65, dentro da margem de reposição. Jamais deveria ser aceita a greve dos rodoviários como justificativa do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belém (Setransbel). Óbvio que os rodoviários têm que reivindicar seus direitos. Mas um aumento de R$0,30 centavos significa milhões de reais nos cofres dos empresários de ônibus. Enquanto que para os bolsos dos pobres usuários é o retrato do infortúnio. Não dá para continuar a sustentar o lucro dos donos do transporte. É desigual e injusto.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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