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Desde 1997 é praticado na Santa Casa de Misericórdia do Pará o Método Canguru, cuidado diferenciado com o bebê prematuro (de baixo peso), incluindo a relação com a mãe, aspectos físicos, psíquicos, comportamentais, cognitivos e afetivos – estimulando, a partir da UTI, o contato pele a pele entre a mãe e o bebê, com apenas uma faixa imitando a bolsa do canguru -, o que ajuda muito na recuperação do recém-nascido.


A ampliação das Unidades de Referência em Neonatologia do Estado do Pará, com equipes multiprofissionais capacitadas para a implementação do método, se integra a outras estratégias para a redução da mortalidade infantil. Além da mãe, o Método Canguru também pode ser praticado pelo pai da criança e outros familiares, associado a condutas e tratamentos terapêuticos.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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