Evellyn Vitória Souza Freitas nasceu no chão do banheiro do Hospital Municipal de Portel, município do arquipélago do Marajó (PA), no dia 28 de julho de 2021, por volta das 8h da manhã, prematura de 28 semanas e dois dias, pesando 1Kg e 39…

Vanete Oliveira, a jovem marajoara de 28 anos e mãe de cinco filhos que sofre há catorze anos com um tumor enorme em um dos olhos, que lhe cobre quase a metade da face, já está internada no Hospital Ophir…

Equipes da Divisão de Homicídios e da Delegacia de Repressão de Furtos e Roubos estavam monitorando há um mês o grupo criminoso que planejava roubar em torno de R$ 1 milhão no caixa eletrônico do Banpará localizado dentro do Hospital…

Vanete Oliveira, 28 anos, mãe de cinco filhos, vive em Portel, município do arquipélago do Marajó(PA). Ela sofre há catorze anos dores atrozes além do desconforto, trauma e todo tipo de dor física e psicológica, por conta de um tumor…

Ataques piratas abalam navegação fluvial

O presidente do Sindarpa (Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial e Lacustre e das Agências de Navegação do Pará), Eduardo Carvalho, resolveu contratar empresas de segurança para proteger da pirataria as cargas que trafegam nos rios paraenses. 

Conforme a  Fenavega – Federação das Empresas de Navegação Marítima, Fluvial, Lacustre e de Tráfego Portuário, com sede no Rio de Janeiro, os roubos de cargas no transporte aquaviário na região Norte do Brasil causam prejuízo anual de R$ 100 milhões.  

Levantamento feito pelo Sindarpa junto a associados que foram alvo dos piratas apresenta um quadro da situação vivenciada pelos transportadores. Em 87% dos ataques, os criminosos estavam em embarcações rápidas. Em 88% não foi possível perceber ou ser informado sobre a ação dos bandidos com antecedência. Em 86% dos casos, a polícia não chegou ao local da ocorrência. Em 14%, levou mais de 12 horas. 

Conforme a entidade, entre junho de 2015 e junho de 2016, operadores do transporte aquaviário no Pará, ligados ao sindicato, registraram prejuízo de R$ 2 milhões com cargas, combustíveis e equipamentos de embarcações levados pelos piratas. Clientes migraram para outros modais, empresas seguradoras aumentaram seus valores para cobertura ou desistiram de fazê-la, relata o ex-presidente do Sindarpa e vice-presidente da Fenavega, José Rebelo III. 
Nos ataques mais graves, os bandidos fazem reféns, agridem as vítimas e até mortes já foram registradas. Em setembro do ano passado, um homem de 47 anos perdeu a vida ao ser baleado em ataque pirata no arquipélago do Marajó. 
Eles são muito violentos, e há duas modalidades: a de assalto a embarcações de passageiros e barcos de pesca e a de assaltos a balsa. Às vezes até crianças são recrutadas pelos piratas e vão, em pequenas “rabetas”, verificar se há segurança a bordo para a  carga que está sendo transportada. Levam as informações para os criminosos, que depois atacam. 

Observem no vídeo um flagrante de ataque pirata a balsa.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *