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As armadilhas das mídias digitais

A mídia digital veio para ficar mas é preciso tomar muito cuidado: qualquer descuido pode ser fatal. Um mero “clique” inadvertidamente pode causar estragos e aborrecimentos. Que o diga a jornalista paraense Aline Brelaz, respeitada por todos que a conhecem, por sua competência e dignidade. Correspondente do UOL em Belém do Pará, a pedido do editor do portal redigiu dois textos com cenários distintos acerca da eleição para prefeito. Em um deles, Edmilson Rodrigues (PSOL) seria eleito e no outro, obviamente, Zenaldo Coutinho (PSDB). Enviou ambos ainda na quinta-feira para a editoria do UOL em São Paulo. Conforme o resultado da eleição, seria publicada a matéria do candidato vencedor. 

Pois bem. Para espanto geral, hoje, por volta das 19 horas, a matéria dando conta da reeleição do Zenaldo Coutinho foi publicada. Erro do editor, claro, que deve ter clicado no botão errado (há vários botões, um para programar, outro para editar, outro para publicar, por exemplo). 

De imediato começaram a circular prints nas redes sociais, e Aline passou a ser enxovalhada por pessoas que foram logo dizendo ter ela se vendido, que publicara uma farsa, e outras teorias da conspiração. Até mensagens de ameaças ela recebeu, outras perguntando se era Nostradamus e coisas do tipo. Alertada em um grupo de jornalistas no Facebook, Aline esclareceu o equívoco e o portal já retirou do ar a matéria e publicou uma errata.

Quem nunca enviou uma mensagem para o grupo errado de WhatsApp ou nunca foi vítima do corretor ortográfico do tablet ou do celular que atire a primeira pedra!

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