Quando todos apostavam em uma radicalização que causasse esgarçamento das relações empresariais na cúpula das indústrias instaladas no Pará, a diretoria da Federação das Indústrias do Estado do Pará, liderada por José Conrado Santos e José Maria Mendonça, deu uma…

Os botânicos Fúvio Oliveira e Rafael Gomes, doutorandos do Programa de Pós-graduação em Botânica Tropical do Museu Paraense Emílio Goeldi e Universidade Federal Rural da Amazônia, concorreram com 86 jovens cientistas do mundo inteiro e estão entre os 23 contemplados…

Na próxima terça-feira, dia 16, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Chicão, deverá incluir na pauta do plenário a apreciação do Processo nº 7/2022, encaminhado pelo Tribunal de Contas do Estado, tratando da prestação de contas do Governo do Pará…

Liderados pelo presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), promotor de justiça Manoel Murrieta, que é paraense, promotores, procuradores, juristas e convidados do Brasil inteiro irão reafirmar o compromisso institucional do Ministério Público e o seu papel…

Aprender sem medo

350 milhões de crianças são vítimas de violência escolar, em todo o mundo. E nenhum país está imune, aponta pesquisa da Plan, uma das maiores e mais antigas ONGs globais, que lançou a campanha “Aprender Sem Medo“. No Brasil, 84% de 12 mil estudantes de seis Estados reportaram suas escolas como violentas; 70% afirmaram ter sido vítimas de violência escolar; um terço está envolvido em bullying, seja como agressor ou vítima; e, questionadas a respeito de castigo corporal, crianças brasileiras de 7 a 9 anos disseram que a dor nem sempre é só física. Declararam sentir “dor no coração” e “dor de dentro“. Definido como “desejo consciente e deliberado de maltratar outra pessoa ou colocá-la sob tensão”, o bullying começou a ser estudado por pesquisadores brasileiros mais intensamente a partir da década de 1990 devido ao alto índice de crianças e adolescentes que sofriam maus-tratos praticados por colegas, professores ou funcionários da escola. As vítimas de bullying geralmente perdem o interesse pela escola e passam a faltar às aulas para evitar novas agressões. Apresentam cinco vezes mais probabilidade de sofrer depressão e, nos casos mais graves, estão sob risco maior de abuso de drogas e de suicídio.

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