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350 milhões de crianças são vítimas de violência escolar, em todo o mundo. E nenhum país está imune, aponta pesquisa da Plan, uma das maiores e mais antigas ONGs globais, que lançou a campanha “Aprender Sem Medo“. No Brasil, 84% de 12 mil estudantes de seis Estados reportaram suas escolas como violentas; 70% afirmaram ter sido vítimas de violência escolar; um terço está envolvido em bullying, seja como agressor ou vítima; e, questionadas a respeito de castigo corporal, crianças brasileiras de 7 a 9 anos disseram que a dor nem sempre é só física. Declararam sentir “dor no coração” e “dor de dentro“. Definido como “desejo consciente e deliberado de maltratar outra pessoa ou colocá-la sob tensão”, o bullying começou a ser estudado por pesquisadores brasileiros mais intensamente a partir da década de 1990 devido ao alto índice de crianças e adolescentes que sofriam maus-tratos praticados por colegas, professores ou funcionários da escola. As vítimas de bullying geralmente perdem o interesse pela escola e passam a faltar às aulas para evitar novas agressões. Apresentam cinco vezes mais probabilidade de sofrer depressão e, nos casos mais graves, estão sob risco maior de abuso de drogas e de suicídio.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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