A empresa de ônibus Belém-Rio, que faz a linha para o distrito de Outeiro – Ilha de Caratateua, em Belém, aparentemente está falida e reduziu pela metade a sua frota, causando enorme sofrimento aos usuários do transporte coletivo. O serviço,…

A Cosanpa abriu nada menos que seiscentos buracos imensos nos bairros mais movimentados de Belém, infernizando a vida de todo mundo com engarrafamentos e causando graves riscos de acidentes, principalmente porque chove sempre, e quando as ruas alagam os buracos…

O Procurador-Geral de Justiça César Mattar Jr. inaugurou nesta quinta-feira, 16, o Núcleo Eleitoral do Ministério Público do Estado do Pará, que vai funcionar na sede das Promotorias de Justiça de Icoaraci, distrito de Belém. O coordenador será o promotor…

A desembargadora Maria de Nazaré Saavedra Guimarães, que se destaca pelo belo trabalho que desenvolve à frente da Comissão de Ações Judiciais em Direitos Humanos e Repercussão Social do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, e que já coordenou…

Aprender sem medo

350 milhões de crianças são vítimas de violência escolar, em todo o mundo. E nenhum país está imune, aponta pesquisa da Plan, uma das maiores e mais antigas ONGs globais, que lançou a campanha “Aprender Sem Medo“. No Brasil, 84% de 12 mil estudantes de seis Estados reportaram suas escolas como violentas; 70% afirmaram ter sido vítimas de violência escolar; um terço está envolvido em bullying, seja como agressor ou vítima; e, questionadas a respeito de castigo corporal, crianças brasileiras de 7 a 9 anos disseram que a dor nem sempre é só física. Declararam sentir “dor no coração” e “dor de dentro“. Definido como “desejo consciente e deliberado de maltratar outra pessoa ou colocá-la sob tensão”, o bullying começou a ser estudado por pesquisadores brasileiros mais intensamente a partir da década de 1990 devido ao alto índice de crianças e adolescentes que sofriam maus-tratos praticados por colegas, professores ou funcionários da escola. As vítimas de bullying geralmente perdem o interesse pela escola e passam a faltar às aulas para evitar novas agressões. Apresentam cinco vezes mais probabilidade de sofrer depressão e, nos casos mais graves, estão sob risco maior de abuso de drogas e de suicídio.

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