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Hoje levei minha filha ao médico. Ela apresentava febre altíssima, dor de cabeça e tosse. A médica receitou Tamiflu, sorine e xarope. Fui à Sespa em busca do remédio e descobri que só recebe a medicação quem não consegue respirar direito e só faz o exame do vírus da Gripe A aqueles que já estão internados e quase à beira da morte. É por isso que, logo no início da pandemia, quando os jornais anunciaram que o Pará estava preparado para enfrentar a tal gripe, eu achei graça. Ah! e nas farmácias não há nem máscaras nem álcool em gel. Ou seja, nos resta rezar pra não pegar a tal gripe e se pegar, pra não ter complicações. Estamos contando com apenas com a sorte!”
(De leitor anônimo do blog, a respeito do péssimo atendimento aos que precisam de atendimento médico-hispitalar na rede de saúde pública paraense).
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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