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Amanhã, o secretário de Políticas de Transportes, Marcelo Perrupato, chega a Belém para apresentar e discutir com a Setran o Plano Nacional de Logística de Transportes e, veja só, o release da CCS diz que “ampliar a participação das ferrovias de 25% para 32% e elevar as frotas aquaviárias de 13% para 29% são um (sic) dos principais objetivos da reunião”. De cabelo em pé com a barbaridade da informação (?), pergunto: que ferrovia há no Pará, a não ser a da Vale do Rio Doce? A comunicação do governo não sabe a diferença entre modal hidroviário e frota aquaviária?

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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