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Mais uma ignomínia deglutida em silêncio pelos paraenses. A Sudam, depois de tantos anos desativada, reuniu seu condel e emprestou R$503 milhões para o consórcio Madeira (Odebrecht e Furnas) construir a usina de Santo Antonio, em Rondônia. O crédito subsidiado do FNO deve ser para pequenos e mini-produtores rurais, pequenas e microempresas, empresas de uso intensivo de mão-de-obra local, produção de alimentos básicos, preservação do meio ambiente e centros dinâmicos em áreas interioranas – que ficaram de pires na mão e olhar de pidões. Além de concentrar todos os recursos em um só empreendimento, o beneficiário é de porte gigantesco e nada tem a ver com a região. Mas nem uma só voz se ergueu contra essa vergonha.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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