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“Deveria pautar sua atuação pelo caminho da legalidade, da moralidade e dos preceitos ético-profissionais”, mas, em vez disso, “preferiu utilizar-se de expediente espúrio, sorrateiro, condenável, para adulterar documento com o objetivo de lesar direito alheio e induzir o juiz a erro, demonstrando total menoscabo pelo poder judiciário”. (juiz federal Wellington Claudio Pinho de Castro, da 4ª Vara da Justiça Federal, que condenou o ex-gerente jurídico do Basa, Deusdedith Freire Brasil, a quatro anos de prisão em regime semi-aberto e multa de R$ 27 mil por ter falsificado documento público em um processo em que representava o Banco perante o TRT 8ª Região. A advogada Patrícia de Nazareth Costa e Silva foi sentenciada no mesmo processo a pagar R$ 30 mil em benefícios a instituições que fazem trabalhos sociais. Os dois foram ainda condenados a perder cargos públicos.)

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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