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Todo mundo pensou ontem que Amaro Klautau havia surtado ao mandar arrancar o escudo do Remo da fachada do Baenão. Mas a juíza do trabalho Ida Selene Duarte Sirotheau Corrêa Braga é que determinou a venda do estádio Evandro Almeida, para pagar dívidas que ultrapassam R$8 milhões e se arrastam há anos. O Baenão estava penhorado, assim como a sede campestre e a sede náutica do Leão.
No dia 21 de setembro a venda será homologada em juízo. O Baenão está avaliado em R$30 milhões. A Agra Incorporadora e a construtora Leal Moreira assumirão a dívida e entregarão memorial descritivo do novo estádio, que deverá ficar pronto em 24 meses, a fim de que o Clube do Remo continue seu trabalho.
O Paysandu também está com sede penhorada, mas vem pagando as dívidas, de forma parcelada.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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