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O engenheiro e escritor Ademar Amaral pegou em Juruti um monomotor que transporta malote do Banco do Brasil e veio pingando em Porto Trombetas, Oriximiná, Óbidos, Alenquer, Monte Alegre e Santarém (Ufa!). Era subir, voar uns 25 minutos e descer. O piloto não desligava o motor do avião. Vinha o cara do malote, abria uma portinhola na cauda, colocava os sacos (epa!) e o avião decolava. Em todas as pistas havia muitos urubus. Em Monte Alegre foi preciso uma manobra radical para a aeronave escapar de um deles. Em Alenquer o perigo é maior, tem até uma rede de alta tensão na cabeceira da pista, e o avião passa raspando. Os pilotos contam que já estão cansados de pedir para que tirem a rede elétrica daquela posição e ninguém dá bola. Qualquer dia…

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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