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É de clamar aos céus a situação vivida pelos pacientes que precisam de tratamento de combate ao câncer no Pará. O único equipamento de radioterapia do Hospital Ophir Loyola quebrou e não foi substituído. Há centenas de pessoas que correm de seca a meca para conseguir consulta, depois fazer biópsia, e quimio, radio ou iodoterapia, e não conseguem atendimento. Feliz da ministra Dilma Roussef, que descobriu o linfoma num dos melhores hospitais do Brasil, confirmou o diagnóstico num dos centros de excelência dos EUA e imediatamente começou seu tratamento. No Brasil inteiro, o pobre que precisa tomar o remédio Mabthera, se não entrar na Justiça para obrigar o governo ou o plano de saúde – se tiver -, morre sem sequer ver a receita médica.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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